PDAC 2026: Apoan Engenharia reforça posicionamento em minerais críticos após participação em Toronto

março 23, 2026

A Apoan Engenharia marcou presença no PDAC 2026, realizado entre 1 e 4 de março em Toronto, Canadá. A participação no maior encontro global da indústria mineral reforçou a convicção de que o Brasil vive momento estratégico para o setor.

O evento reuniu mais de 27 mil participantes vindos de 125 países no Metro Toronto Convention Centre. A delegação brasileira apresentou carteira de 35 projetos de minerais críticos avaliados em US$ 5,5 bilhões.

Ficou claro que o país se consolida como destino promissor para investimentos.

Brasil em destaque no cenário global de mineração no PDAC 2026

O PDAC 2026 reuniu mais de 1.300 expositores nos dois prédios do centro de convenções, com investidores e executivos circulando em busca de oportunidades concretas.

Para o Brasil, o evento marcou avanços importantes. O Brazilian Mining Day apresentou projetos brasileiros para investidores internacionais, enquanto o Serviço Geológico do Brasil fechou acordo de cooperação técnica com o Canadá.

Houve ênfase particular no apoio às junior companies, essenciais para impulsionar a pesquisa mineral e novos projetos no Brasil. A aproximação entre os mercados de capitais brasileiro e canadense apareceu como prioridade para ampliar alternativas de financiamento.

“Minha participação no PDAC 2026 em Toronto confirmou o protagonismo do Brasil como destino estratégico para investimentos em minerais críticos, fundamentais para a transição energética global”, afirma Othávio Marchi, sócio-diretor da Apoan Engenharia.

Por outro lado, a articulação entre governo, instituições e empresas de engenharia mostrou-se decisiva. Segurança jurídica pesa tanto quanto qualidade das reservas nas decisões de investimento.

Minerais críticos no centro das discussões

As apresentações técnicas mostraram que a descarbonização global depende de poucos minerais específicos. Poucos países conseguem fornecer isso em escala adequada.

O neodímio ilustra bem essa dinâmica. Cada turbina eólica offshore usa até 600 kg desse elemento nos ímãs permanentes. A Agência Internacional de Energia prevê crescimento de 600% na demanda até 2040.

Por outro lado, outros minerais também ganharam destaque:

  • Lítio para armazenar energia em baterias de larga escala
  • Níquel para aumentar densidade de cátodos
  • Cobre para toda infraestrutura de transmissão elétrica
  • Grafita natural para produção de ânodos

Sustentabilidade como requisito para investimentos

O programa Towards Sustainable Mining apareceu como requisito prático para empresas que buscam financiamento. Investidores canadenses deixaram claro que preferem projetos com governança rigorosa e padrões internacionais de ESG.

Além disso, executivos brasileiros falaram sobre desenvolver processamento mineral no país. A estratégia visa agregar valor em vez de apenas exportar concentrado.

“Durante o Brazilian Mining Day, ficou evidente que a diversidade geológica de estados como Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso, aliada à adoção de padrões internacionais de sustentabilidade como o TSM, posiciona o país como fornecedor confiável para a descarbonização mundial”, destaca Othávio.

Desafios técnicos identificados pela Apoan

As conversas técnicas em Toronto evidenciaram que existe distância entre ter reservas no chão e conseguir operar de forma viável. Desenvolvedores enfrentam desafios que vão além da caracterização geológica.

Sendo assim, alguns pontos técnicos emergiram com clareza:

  • Caracterizar argilas iônicas de terras raras exige abordagem diferenciada
  • Estabilidade de taludes em operações de grande porte precisa atenção constante
  • Rejeitos com elementos radioativos demandam gestão específica e rigorosa
  • Projetos com múltiplos minérios coproduzidos complicam planejamento e execução

“Participar do PDAC 2026 em Toronto foi experiência extremamente relevante. O evento reforça a importância da mineração no cenário global, além de apresentar novas tecnologias e perspectivas para o setor, incluindo o futuro das terras raras e minerais estratégicos”, afirma Maíra Leal, CFO da Apoan Engenharia.

Posicionamento estratégico

A Apoan reafirma seu compromisso em oferecer soluções inteligentes e sustentáveis. Nossa expertise em geotecnia, geologia e recursos hídricos contribui para o desenvolvimento seguro do setor mineral brasileiro.

O cenário internacional valida o propósito da Apoan Engenharia de integrar segurança operacional e inovação para o desenvolvimento responsável do setor.

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